No segundo capítulo, a proposta da autora é falar sobre as
implicações da ludicidade no desenvolvimento humano e na prática educativa.
O capítulo inicia falando da questão do lúdico enquanto
linguagem simbólica: Com relação ao imaginário, é necessário observar que, em
situações de jogos infantis, a imaginação é explícita e as regras são ocultas;
nos jogos do adulto, é o inverso: as regras são explícitas, e a imaginação é
oculta.
Os jogos de faz de conta auxiliam no controle emocional da
criança, faz com que ela adquira mais autoconfiança, melhor conhecimento de
suas possibilidades e limites, com frequência impostos pela presença de outra
criança, com quem ela pode aprender a cooperar durante o jogo.
A autora cita Já Vygotsky (1984), que considera o jogo como um
estímulo à criança no desenvolvimento de processos internos de construção do conhecimento
e no âmbito das relações com os outros.
Referência
Bibliográfica:
RAU,
Maria Cristina Trois Dorneles. A Ludicidade na Educação: uma atitude
pedagógica. Editora IBPEX2011. Páginas 81 a 126.
ACADÊMICO
CLEVER LUCIO AFFONSO
06/11/2014
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